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Reforma Universitária

24/03/2008 às 16h33min
Penso que o acordo feito entre PROIFES e Governo Lula foi histórico

Penso que o acordo feito entre PROIFES e Governo Lula foi histórico. Não tivemos greves aventureiras, conquistamos patamares razoáveis na recomposição do salário, mostramos que podemos negociar de igual para igual, participamos democraticamente de vários fóruns e reuniões e, por fim, ainda criamos a possibilidade de manter negociação em caráter permanente. A  ANDES foi para o isolamento, não assinando o acordo e afirmando que precisaríamos “construir a greve”... nada mais infantil em pleno século XXI!!!

Após a saída da ANDES da CUT, o isolamento e sectarismo foram maiores. O tal do Sindicato Nacional resolveu romper com o governo Lula, dizendo que aqueles companheiros que mantinham diálogo com o governo eram entreguistas, governistas e pelegos. Seguindo o rumo do não à Reforma Universitária, a Andes aliou-se aos partidos nanicos de extrema esquerda e à grupos de estudantes que foram contra o REUNI. De forma sectária e oportunista quis pegar carona no colo do PROIFES. Podia até assinar o acordo e sair por aí dizendo que teríamos bons aumentos, etc. Preferiu o caminho do caos. Não a tudo e, principalmente, a acordos. Sim às greves...

Autor(a): Renato Sampaio Sadi

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19/11/2007 às 11h50min
FAPEG- Será que o governo vai recuar?

O anúncio da extinção da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Goiás - Fapeg  na reforma administrativa do governo de Goiás detonou uma reação sem precedentes na comunidade científica, na imprensa, no setor produtivo e no meio político. Num misto de perplexidade e indignação centenas de e-mails foram disparados para todos os lados, artigos e reportagens foram publicados nos jornais e nas emissoras de rádio. Sob pressão, o secretário da Fazenda, Jorcelino Braga, acabou por admitir ao Jornal O Popular , neste domingo (18/11), que a Fapeg pode não ser transformada em superintendência. Será que o governo vai recuar mesmo? Comente no final.

Leia também

Adufg  e SBPC-  Em nota conjunta, as entidades que sempre lutaram pela criação da Fundação  destacam: Extinção da Fapeg leva Goiás de volta ao passado


O Popular - Sob pressão, reforma deve sofrer 1º recuo - Secretário da Fazenda, Jorcelino Braga admite que Fundação de Amparo à Pesquisa (Fapeg) pode não virar superintendência

Batista Custódio -Viagem dentro do Alcides, artigo do editor geral do Diário da Manhã,  na edição desta segunda (19/11), páginas 4 e 5 online


Raquel Teixeira - Fapeg – a luta continua,  artigo da professora e deputada federal, na edição desta segunda (19/11) do Diário da Manhã, página 11 online

Autor(a): Adufg

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05/09/2007 às 12h50min
Adesão ao Reuni: professores se posicionam contra os BGA´s

Assembléia da Adufg (13/09) se posicionou  por unanimidade contra a proposta da UFG de criação de Bacharelados em Grandes Áreas do Conhecimento (BGAs), para adesão ao Programa de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais - REUNI. Mas os professores estão divididos sobre aprovar ou não o projeto do governo (REUNI) cujo ponto mais polêmico é a exigência de que as IFES elevem  o número de alunos por professor, onerando ainda mais a carga horária dos docentes. Leia o especial e comente. As exigências do governo  são objeto de discussão, uma vez que ainda não conquistaram consenso na comunidade universitária.  Leia neste especial, artigos de professores da UFG e da reitoria sobre o REUNI, documentos do PROIFES e da ANDES, o decreto do governo e envie seu comentário

Professores se posicionam contra os BGAs em Assembléia da Adufg

A UFG e o REUNI - Novos cursos podem agravar velhos problemas, por Fernando Pereira dos Santos

Expansão da UFG: tensões e propostas, por Nelson Cardoso Amaral

A UFG e o REUNI, por Genésio Lima dos Reis

Mais uma encruzilhada para a Universidade Pública Brasileira, por Ronaldo Alves Garcia

Propostas de reestruturação e expansão da UFG, Por Edward Madureira Brasil

Reuni – Um desafio às universidades? Por Tomás de Aquino Portes – Vice-Diretor do ICB

PROIFES e o REUNI

ANDES E O REUNI

Decreto do REUNI,  24 de abril de 2007

Relatório de Trabalho da Comissão instituída pelo Consuni

Diretrizes gerais do REUNI nova versão- Agosto de 2007

Plano de reestruturação e expansão é matéria de capa do Jornal UFG, nº 12

Autor(a): Diretoria da Adufg

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02/05/2007 às 11h09min
Aquisição do imóvel vizinho - expresse sua opinião

Por sugestão da Assembléia Geral Extraordinária realizada no dia 4 de abril, a diretoria da Adufg  decidiu encaminhar um debate  entre os docentes associados através deste Blog sobre a  viabilidade da aquisição do imóvel localizado ao lado da Sede Administrativa. O objetivo da diretoria, ao fazer tal proposta, é ampliar as atividades da Adufg e oferecer mais conforto aos associados com uma sede mais espaçosa e com estacionamento próprio. A intenção de adquirir o imóvel vizinho é antiga e só não tinha sido colocada para a avaliação dos associados ainda porque o referido  lote estava  sendo inventariado. Agora que está disponível para a venda, estamos submetendo a proposta aos comentários de todos. Informamos ainda que a compra do imóvel não acarretará aumento de contribuição dos associados. Será feita por recursos do Caixa e/ou por meio de financiamento. Informamos que o Blog da Adufg não é um instrumento de consulta oficial, conforme também dispomos no nosso site, mas um dos instrumentos de interatividade e de promoção do debate. Aguardamos as opiniões. Façam seus comentários.


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Autor(a): Diretoria da Adufg

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01/03/2007 às 11h59min
Desenvolvimento exige investimento em Educação, Ciência e Tecnologia

Já se tornou cansativa a repetição dessa afirmativa. Mas, enfim, como se mantém os equívocos na definição de uma política de desenvolvimento que considere o que, aparentemente é óbvio, cabe-nos repetir ad-nausean. Afinal, como professores universitários e cientistas, intermediários entre aquilo que está presente na natureza e precisa ser conhecido e transformado para atender às demandas sociais, de forma sustentável e responsável,  conhecemos a repetição de erros nas propostas apresentadas pelo Governo, visando “acelerar o crescimento”. É visivelmente contraditória, por exemplo, a proposta de investimentos em áreas importantes de infra-estrutura como energia, construção civil, transportes. Ora, se tudo isso implica um maior esforço do Governo brasileiro, conseqüentemente requer também um conjunto de medidas que visem reforçar a estrutura do Estado brasileiro, a fim de evitar o emperramento da máquina pública caracterizadamente marcada por uma excessiva burocracia e lentidão em diversos setores. Bem como não se pode imaginar que qualquer tipo de desenvolvimento abdique de se investir na busca por mecanismos mais adequados para descoberta e utilização de novas tecnologias. E o que propõe, então, o governo, pressionado pela mídia e sempre submisso a ela? Limites em capacidade de gerar gastos públicos. É evidente que não se deve gastar mais do que se pode, mas é preciso distinguir o que é gasto e o que é investimento, e saber se sem reforçar a máquina estatal será possível obter vitória em qualquer programa de desenvolvimento.

No caso da Educação Superior, pública, apesar de pequenas conquistas obtidas recentemente, principalmente com o acréscimo de mais alguns degraus em nossa carreira, permanece uma enorme disparidade quando se compara os nossos ganhos salariais com aqueles pagos pelas faculdades particulares. Muito embora mais de 70% das pesquisas ocorram nas Universidades Públicas. O que em si já representa uma enorme contradição e demonstra um profundo equívoco na política de investimento visando um desenvolvimento que não se limite a “bolhas de crescimento”. Isso porque se dá pouca importância à ciência e às inovações tecnológicas,  o que é caracterizado pelo baixo investimento em Educação e na garantia de que os melhores cérebros possam estar a serviço de um projeto sustentável de crescimento.

E essa disparidade torna-se maior ainda se compararmos nossos ganhos salariais de hoje com aquilo que se ganhava há mais de vinte anos, e será maior ainda se estabelecermos uma comparação entre determinadas profissionais e seus salários de ontem e de hoje com os vencimentos dos professores universitários nas mesmas épocas. Ora, quando se quer aumentar  o desempenho de uma empresa pensa-se logo em eficiência, em pessoal com alto grau de competência, e que custa caro no mercado devido ás qualificações exigidas, por que isso deve ser diferente no Serviço Público?




Autor(a): Romualdo Pessoa Campos Filho

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12/12/2005 às 19h10min
A greve nas universidades federais

Trechos de artigo publicado na página de Opinião do Jornal O POPULAR em 19/11/2005

Desde agosto professores de instituições federais de ensino superior deflagraram uma greve que avançou até atingir 38 unidades. Insistimos que a forma de luta em curso e sistematicamente adotada pela Andes, a greve, está fracassada. Não sensibiliza os governos e termina de empurrar pelo abismo a já combalida universidade brasileira.

É importante salientar, essa é nossa compreensão, que uma greve na universidade afeta, principalmente, as nossas condições de trabalho, fragiliza a instituição e traz conseqüências muito mais nefastas para a comunidade universitária e a sociedade do que os eventuais desgastes que atingem o governo federal. Transtorna completamente o calendário, e nos obriga a malabarismos desconcertantes para recompor o período paralisado, gerando uma clara decadência na qualidade do ensino na graduação.

Não queremos dizer, contudo, que acreditamos ingenuamente na bondade dos governos, e desse especialmente, quanto à garantia dos investimentos necessários à recomposição de nossas perdas salariais, e ao aumento dos investimentos nas universidades.

Há vários anos a greve tem sido repetidamente utilizada, sem que os resultados obtidos compensem os desgastes que causam a toda a comunidade universitária. E quando se encerra, tanto as ações desenvolvidas quanto os ganhos limitados só são lembrados na próxima greve, não se constituindo em processo contínuo de fortalecimento do movimento, da relação da instituição com a sociedade.

Avaliamos que o movimento não pode se esgotar na greve como repetidamente acontece. É preciso um forte trabalho político junto aos parlamentares e à sociedade de uma maneira geral.




Autor(a): Romualdo P. Campos Filho e Peter Fischer

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Ideias e Saberes-Expansão Universidade-3/3/2010
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