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Professora da UFG desenvolve nanopartícula contra overdose e critica corte de verbas na Educação

Publicado em : 14/05/2019

Autor : Ascom

A popularização da ciência é uma das alternativas que podem auxiliar na aproximação entre a sociedade e o conhecimento produzido dentro das universidades. Por esse motivo, a divulgação de resultados de pesquisas para a população é uma importante ferramenta. O reconhecimento das pessoas quanto à importância do trabalho realizado pelos programas de pós-graduação, mestrado, doutorado e pós-doutorado é essencial.

 

Neste contexto, temos um ótimo exemplo deste diálogo entre sociedade e academia quando analisamos a difusão em massa dos resultados da pesquisa realizada dentro do Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas da Universidade Federal de Goiás (UFG), responsável por desenvolver uma nanopartícula que pode reverter a overdoses de cocaína. Orientada pela pesquisadora Eliana Martins Lima com participação da aluna Sarah Rodrigues Fernandes, a pesquisa apresentou resultados positivos em cobaias animais e está pronta para ser testada em seres humanos.

 

Apesar desta relevante experiência, tanto a divulgação quanto a própria realização dessas pesquisas estão com o futuro ameaçado devido os cortes anunciados pelo Ministro da Educação, Abraham Weintraub, na última semana. A Capes determinou o corte de bolsas que estavam, em teoria, ociosas em seu sistema. A UFG foi afetada com corte de 60 bolsas, sendo 42 de mestrado, 16 de doutorado e 2 de pós-doutorado.  

 

Eliana Martins Lima, que já exerceu a função de Pró-reitora de Pesquisa e Pós-graduação da UFG e presidiu o Fórum Nacional de Pró-reitores de Pesquisa e Pós-graduação, recebe esse contingenciamento com grande apreensão. “Quando cortamos a fonte de financiamento, impedimos um jovem de realizar pesquisas. Isso faz com que nós fiquemos parados no tempo. O que esse governo não entende é que um ano ou dois que as pesquisas ficam paradas refletem em 10, 20 anos de atraso em relação aos países que não estacionaram no conhecimento”, destaca a pesquisadora.

 

Futuro

Quando o assunto é futuro, Eliana não apresenta uma visão otimista. “Atualmente, cerca de 90% das pesquisas desenvolvidas no Brasil são feitas dentro das universidades por meio da pós-graduação. Para que as pesquisas apresentem resultados é necessário investimento e auxílio àqueles que desejam ingressar neste meio. Contudo, infelizmente, a expectativa é de que esses cortes continuem”, lamentou Eliana.

 

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