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Cepae promove ensino, pesquisa e extensão na Educação Infantil

Publicado em : 10/04/2019

Autor : Jornal do Professor

Uma das mais importantes etapas da formação da criança, a Educação Infantil promove o desenvolvimento intelectual, emocional, social e motor. A escola é o primeiro local onde a criança convive diariamente com outras pessoas sem ter os pais por perto, por isso ela é também um excelente exercício de cidadania e vivência em sociedade. Na Universidade Federal de Goiás (UFG), este trabalho é realizado pelo Centro de Ensino e Pesquisa Aplicada à Educação (Cepae), cujos professores de Ensino Básico, Técnico e Tecnológico (EBTT) atendem centenas de crianças da comunidade.

Alcir Horácio da Silva, que é diretor do Cepae, explica que a unidade possui dois grupos de professores. O primeiro é formado por 71 profissionais de magistério superior, e o segundo por nove professores do EBTT, que estão alocados no departamento de educação infantil. De acordo com o diretor, este departamento de educação infantil (ou antiga creche, como muitos chamam) foi assumido pelo Cepae em 2013. “Antes a creche era gerida pela Reitoria de Assuntos Comunitários, hoje temos um departamento bem estruturado, e em breve seremos em 12 professores na Educação Infantil”, pontua Silva.

Professora da Educação Infantil, Maria José de Oliveira Pereira Dias conta que a creche existe desde 1980, sendo criada pela universidade para atender às reivindicações de professores e alunos. Apesar disso, não existia um projeto bem definido em relação ao processo de ensino da criança, nem para formação de professores ou pesquisa e extensão, culminando apenas no caráter assistencial. “A partir de 2013 implementa-se um projeto pedagógico dentro do departamento de educação infantil, ela passou a ser a primeira etapa dentro da educação básica no Cepae”, explica a professora.

Consolidação
Com a absorção da creche pelo Cepae, foi possível também a criação de um departamento especializado na educação infantil, que além de promover o ensino conseguisse formar professores e desenvolver pesquisas e projetos de extensão. Maria José lembra que a partir desse momento, a unidade passou a receber um quadro muito grande de estagiários, de pesquisadores, que buscam o conhecimento teórico e metodológico da infância e da criança. “Hoje trabalhamos uma proposta de socialização, interação e mediação do conhecimento com essas crianças, do início até o encerramento dessa fase da educação infantil todas as atividades são instituídas de modo coletivo.”

Maria José comenta que as crianças matriculadas possuem uma rotina semanal planejada, que começa na acolhida do aluno e do familiar. Segundo a professora de EBTT, as atividades desenvolvidas possuem o princípio básico do coletivo, porém leva-se em consideração também outros aspectos individuais da criança, como por exemplo a faixa etária. “Trabalhamos em quatro áreas do conhecimento: Artes, Linguagem, Jogos e Brincadeiras, e uma área mais recente que é a Ciências da Natureza e Geografia da Infância, que são áreas fundamentais da formação integral. Não dá para desvincular o cuidar do educar”, completa a professora.   

Pesquisa e extensão
O diretor da unidade explica que os projetos de pesquisa e extensão desenvolvidos no Cepae devem estar ligados à realidade do que é trabalhado dentro da unidade, e dessa forma contribuírem não apenas para a ciência, mas também para aprimoramento do ensino. “O ideal é que sempre se faça um trabalho voltado para aquilo que está sendo ensinado. O ensino é quem direciona a pesquisa”, pondera Silva. 

Maria José comenta que diversas pesquisas estão sendo realizadas atualmente. Mas, além disso, inúmeros projetos de extensão também têm o seu lugar no Cepae e, segundo ela, todos são realizados em consonância com a comunidade, seja na formação de professoremos do município ou em parceria com os Centros Municipais de Educação Infantil (Cmeis). “A Rafaela trabalha com a pesquisa voltada para avaliação na educação infantil, que é uma avaliação diferente das demais etapas da educação. A professora Marcia trabalha com literatura e linguagem, a Ana Rogéria também trabalha nessa perspectiva da linguagem, a professora Adriana trabalha com inclusão. Então, de certo modo, nós estamos contribuindo e iremos contribuir ainda mais com a comunidade”, finaliza. A forma de ingresso do aluno no Cepae é por meio de sorteio público sem reservas de vagas.

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