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Autor: Ascom Adufg-Sindicato
Publicado em 16/04/2026 - Notícias
Adufg-Sindicato e Proifes-Federação vão às ruas em Brasília na defesa de direitos da classe trabalhadora
O fim da escala 6x1 e a redução da jornada de trabalho sem redução salarial, além do combate ao feminicídio e do fortalecimento das negociações coletivas, marcaram a Marcha da Classe Trabalhadora, realizada nesta quarta-feira (15/04), em Brasília. O ato reuniu trabalhadores de todo o país em torno da ampliação de direitos e de melhores condições de trabalho.
Representantes do Adufg-Sindicato e do Proifes-Federação participaram da mobilização, organizada pelas centrais sindicais. Durante o ato, as entidades reforçaram a importância das reivindicações que seguem em pauta, em sintonia com o lema “em defesa permanente da educação pública, gratuita e de qualidade”. Entre os pontos defendidos estão a valorização da carreira docente, a recomposição das perdas salariais, reajustes com base na inflação e mais investimentos nas universidades e institutos federais, especialmente em infraestrutura e no bem-estar de docentes e estudantes.
Na ocasião, a presidenta do Adufg-Sindicato, professora Geovana Reis, reforçou a importância da presença de docentes na manifestação. “Estamos presentes nesta luta, somando a todas as categorias de trabalhadores e trabalhadoras, em defesa dos nossos direitos e contra qualquer iniciativa que venha a caçar ou acabar com esses direitos”, disse.
O diretor de Comunicação do Proifes-Federação, professor Jailson Alves, destacou a importância do projeto de lei enviado pelo governo federal ao Congresso Nacional que propõe mudanças na jornada de trabalho no País. “A 5×2 é a escala que defendemos para os trabalhadores brasileiros, com uma jornada semanal de 40 horas, sem redução salarial”, afirmou.
Durante a mobilização, o 1º vice-presidente do Adufg-Sindicato, professor Humberto Carlos, destacou a importância da mobilização permanente na defesa e no avanço dos direitos dos trabalhadores. “Nós observamos, ao longo do tempo, desafios em relação aos nossos direitos. Então, precisamos estar vigilantes e mobilizados intensamente, principalmente neste ano, que é eleitoral, para que a nossa luta e a nossa voz sejam ouvidas e compreendidas não só por nós, trabalhadores, mas por toda a sociedade e os setores produtivos do Brasil”, pontuou.