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Autor: Ascom Adufg-Sindicato
Publicado em 14/05/2024 - Greve de docentes da UFG
UFG em greve: docentes do IESA e do IPTSP apresentam demandas ao Adufg-Sindicato
A diretoria do Adufg-Sindicato se reuniu na manhã desta terça-feira (14/05), com docentes de mais duas unidades acadêmicas da Universidade Federal de Goiás (UFG). Um dos principais objetivos foi discutir questões relacionadas à greve da categoria, bem como ouvir as demandas de cada unidade.
“O diálogo com a base e a participação ativa dos docentes nas atividades fortalecem a luta da nossa categoria por condições dignas de trabalho, melhores salários e uma educação pública de qualidade”, afirmou o presidente da entidade sindical, professor Geci Silva.
A primeira reunião foi realizada no Instituto de Estudos Socioambientais (Iesa). “É um momento importante da greve. Discutir o andamento das negociações é algo fundamental para que todos nós possamos fazer parte da mobilização”, declarou o diretor da unidade, professor João Batista de Deus.
Segundo a diretora de Assuntos Interinstitucionais do Adufg-Sindicato, professora Geovana Reis, nos próximos dias, a entidade ampliará ainda mais o diálogo com categoria. “Temos conversado com o maior número possível de professores e professoras para construímos uma greve forte e consistente”, disse.
Na sequência, a diretoria da entidade sindical esteve no Instituto de Patologia Tropical e Saúde Pública (IPTSP), onde foram abordadas, entre outras questões, as principais reivindicações da categoria: reajuste salarial e reestruturação das carreiras. “A coletividade da greve e as discussões promovidas pelo sindicato são essenciais. Dessa forma, é possível entender o que está sendo discutido pela melhoria da nossa carreira”, destacou a professora Ana Paula Kipnis.
Também foram repassadas informações relacionadas ao andamento das negociações com o Governo Federal, bem como a contraproposta apresentada pela Proifes-Federação. “Esses debates são estratégicos para fortalecer o nosso movimento. Os docentes apresentam pautas importantes para a carreira e também demandas específicas de suas unidades. Tudo isso enriquece a mobilização”, pontuou a professora Edsaura Maria.
Contraproposta
O documento encaminhado pela Proifes-Federação, que foi abordado nas duas reuniões desta terça-feira, prevê reajustes salariais de 3,5% em 1º de setembro de 2024, 9,5% em 1º de janeiro de 2025 e 4% em janeiro de 2026. A contraproposta também defende a reestruturação das carreiras do Magistério Superior (MS) e do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico (EBTT).