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Autor: Ascom Adufg-Sindicato
Publicado em 06/05/2026 - Notícias
Adufg-Sindicato sedia etapa Centro-Oeste do Fórum Brasil Criativo promovido pelo Ministério da Cultura
O Adufg-Sindicato sediou, nesta terça (05) e quarta-feira (06) de maio, a edição Centro-Oeste do Fórum Brasil Criativo, iniciativa do Ministério da Cultura realizada em conjunto com o Seminário da Rede de Cultura e Economia Criativa. O encontro reuniu gestores públicos, pesquisadores, docentes, empreendedores e trabalhadores da cultura para debater políticas públicas, qualificação profissional e estratégias de fortalecimento da economia criativa no país.
Ao receber uma das etapas do circuito nacional promovido pelo Ministério da Cultura, o Adufg foi palco de discussões que irão subsidiar a construção da Política Nacional de Economia Criativa – Brasil Criativo. A edição Centro-Oeste teve como principal objetivo promover a escuta de agentes culturais e instituições da região para elaboração de propostas voltadas ao setor.
Durante a abertura oficial, a presidenta do Adufg-Sindicato, professora Geovana Reis, destacou que o tema dialoga diretamente com a atuação da entidade na defesa da educação, da cultura e da valorização do trabalho intelectual e criativo. "O Adufg acredita que a cultura ocupa um lugar central na construção de um Brasil mais justo, democrático e inclusivo. Nossa atuação cotidiana, com o apoio e a promoção de eventos culturais, exposições, música e artes são a prova disso. Acreditamos que defender a cultura é defender a educação pública, a ciência, a liberdade de expressão e a própria democracia”, afirmou.
Representando o Ministério da Cultura, a secretária de Economia Criativa, Cláudia Leitão, ressaltou a relevância estratégica da região Centro-Oeste para o desenvolvimento da economia criativa brasileira e defendeu o reconhecimento dos trabalhadores da cultura como agentes fundamentais para o desenvolvimento econômico e social do País.
“Nós estamos falando das pessoas que fazem a produção cultural, existe o trabalho, e são portanto trabalhadores, e têm que ter direitos. Muitas das profissões que envolvem a economia criativa ainda não são reconhecidas. Estamos falando de PIB, de desenvolvimento, de economia, e precisamos compreender que a economia criativa também é caminho para reduzir desigualdades”, pontuou.
As discussões também contaram com a participação da professora da Universidade Federal de Goiás (UFG), Flávia Cruvinel. Em palestra sobre formação e qualificação de trabalhadores culturais e criativos, ela destacou o papel das universidades e dos docentes no fortalecimento da economia criativa e na construção de políticas públicas para o setor.
“A gente vê com muita alegria essa iniciativa da Secretaria de Economia Criativa do Ministério da Cultura de vir a Goiânia e, representando o Centro-Oeste, fazer essa escuta no nosso território”, afirmou.
O Fórum Brasil Criativo foi realizado pelo Ministério da Cultura em parceria com a Secretaria de Cultura do Governo de Goiás, Prefeitura de Goiânia, Instituto Federal de Goiás (IFG) e Sebrae. Ao sediar o encontro, o Adufg-Sindicato recebeu representantes de diferentes setores da cultura e da gestão pública em um debate nacional sobre desenvolvimento, formação profissional e políticas culturais.